Making some sense, painter philosophy of non-sense(Re-post)

This is a re-post of a thought that was written in my old blog, from July, 20, 2018.

Captação-1
Painting: Abstraction 1 by Irina Marques, acrylic, 16cm x 12cm, June 2018.
First attempt to abstractionism,

 

I keep hearing whispers saying

follow your dreams

 

And I keep that in mind

because I believe in them

 

They are so strong inside

that make me want to change the world

 

I don’t believe that anyone can tell me what I have to be

I know myself and now I believe in me

 

I never allow anyone to mess with me

I´m just good observer

 

I feel pity for those who involve emotionally

with some kind of art movements because sometimes the soul is like a web

 

Emotions and all the psychological effect

it’s an art – emotional art

 

I’m a spectator on the stage

the one that captures the feeling

 

That don’t allows the involvement

but understands emotions

 

I’m the shadow and the master

of my own rules

 

Painter don’t live illusions

they make illusions

 

Those who think otherwise

are fools

 

I’m a painter of my own destiny

The one I allow to paint

With the color I intend to use

the way I want to use

 

The painter is not used by the color and materials

The painter uses them to create worlds and fantasy

In the process he gives just a few lines

to understand a very large world

 

Then in silence the painter makes his studies

of backgrounds, the emotions, the lines, the colors, nothing more…

The ultimate challenge was to create art

That was the purpose and now it’s done

what else is left?

 

A new journey, a new movement, a new inspiration

The old one was a masterpiece it’s hanging on a wall in someone’s house

Who cares?

 

He had new ideas. He had recognition with is new projects.

The painter followed the dreams

and now it’s something more – he make dreams

All painters have this in comun.

What is real and fantasy?

– Irina Marques

10 thoughts on “Making some sense, painter philosophy of non-sense(Re-post)

  1. Irina, que pintura fantástica! Confesso que só consigo ser fã de arte abstracta quando me revejo ou quando decifro algo na arte. Neste caso, vi uma cara 🙂
    É suposto? Ou isto é apenas o meu raciocínio mais rápido e pouco criativo a funcionar?

    1. 🙂 Essas coisas têm muita explicação.
      A arte abstracta tem o seu quê de abstracto, não é assim tão inocente e ocasional como se pensa. Isto daria quase uma dissertação com pessoas a concordar e outras a discordar, enfim.
      Relativamente ao tu conseguires identificar algo no meu desenho, normalíssimo. Apesar de o que representei não ter nada a ver com o que tu visualizaste a nossa mente, perante algo abstracto ou que desconhece, vai procurar padrões que reconhece, neste caso, pela composição com certeza que deves ter identificado olhos, boca, nariz… e a tua componente imaginativa viu uma cara 🙂
      Sim, sem dúvida que é o processo criativo a “falar”, preencher as lacunas daquilo que parece e é mais identificar. Eu adoro quando isso acontece.
      Um beijo 😉

      1. Aqui há uns tempos fizeram-me um “quiz” ou um teste, vá (para parecer mais fidedigno), no qual me apresentavam uma série de desenhos abstractos e eu tinha de dizer o que reconhecia nesses desenhos. Como o objectivo era avaliar o “nível” de criatividade de cada um, o meu resultado criativo foi bastante baixo! Ou seja, acho que não vou muito além do patente e mais óbvio 🙂

  2. Irina, Achei magnifico seu poema, um apanhado bem filosófico e de uma energia positiva no “eu” quero mais! rsrsrs

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